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Casares descarta venda da base e detalha plano ‘milionário’ para o São Paulo

11 de setembro de 2025
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O São Paulo estuda um novo modelo de captação financeira para fortalecer suas categorias de base. Em entrevista ao portal ‘ge’, o presidente Julio Casares negou que o clube esteja vendendo seu patrimônio e detalhou a proposta de criação de um Fundo de Investimento em Participações (FIP) em parceria com a gestora Galapagos, responsável também pelo FIDC tricolor.

A ideia é que o fundo injete R$ 250 milhões de forma imediata, com possibilidade de atingir até R$ 350 milhões caso metas sejam cumpridas. Do total, a Galapagos ficaria com 30% das ações do fundo, enquanto o clube manteria 70%. Contudo, diferentemente de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), nesse modelo qualquer pessoa poderá comprar ações.

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“O que eu estou querendo propor não é vender a base. Jamais. Por quanto foi vendida a SAF de outros clubes? Não quero nem mencionar o clube, mas teve um que vendeu por R$ 400 milhões tudo (Cruzeiro). O São Paulo está fazendo um acordo operacional com dinheiro na frente, onde esse parceiro vai ganhar do líquido. E nós não estamos vendendo patrimônio, vendendo base, o know-how é nosso”, explicou Casares.

Estrutura profissional e governança

O projeto prevê a contratação de um diretor de vendas e de um head scout exclusivos para a base, responsáveis por tornar o processo de recrutamento mais técnico e menos intuitivo.

“Tem garantias de metas. Nós vamos ter que ter um scout profissional, não vamos trazer o “Pedrinho” porque ele é bom, porque tem um vídeo. Não, é muito profissional. Nós vamos ter que trazer jogadores onde você vai tentar fazer o máximo de acerto possível (…) Eu estou falando de um acordo operacional de até R$ 350 milhões, que vai nos dar um rendimento muito maior. Se eu vender 15 Henriques, quanto vai valer a nossa condição? Então, isso tudo é olhar para o futuro”, destacou o dirigente.

Presidente do São Paulo diz o que pensa sobre futuro de Cotia – Foto: Reprodução/Instagram

Destinação dos recursos no São Paulo

O aporte inicial de R$ 250 milhões seria dividido da seguinte maneira:

Logo após a assinatura do contrato: R$ 50 milhões para pagar dívidas e R$ 100 milhões para a base (R$ 22 milhões para contratações, R$ 15 milhões em infraestrutura e tecnologia e R$ 63 milhões para capital de giro).

12 meses após a assinatura: R$ 75 milhões voltados exclusivamente para a base.

24 meses após a assinatura: mais R$ 25 milhões destinados à base.

Após cinco anos: bônus de R$ 50 a R$ 100 milhões, condicionado ao cumprimento de metas.

O plano ainda precisa estar sendo aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube. Contudo, caso avance, o São Paulo terá acesso imediato a uma injeção financeira significativa, sem abrir mão de sua estrutura formadora, considerada uma das mais tradicionais do país.

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