Uma nova reviravolta movimentou os bastidores do São Paulo. Adilson Alves Martins, desistiu de disputar a presidência do São Paulo pela situação na eleição de dezembro. O conselheiro do clube havia aceitado liderar a chapa governista. Mais tarde, porém, recuou da decisão e comunicou aos aliados.
O recuo do empresário mudou os planos da base da atual administração. Dessa forma, sem um candidato definido para encabeçar a chapa, o atual presidente, Harry Massis Júnior, voltou a avaliar a possibilidade de disputar a presidência e representar o grupo de situação no pleito tricolor.

Situação precisa definir candidatura no São Paulo
Adilson Alves já havia participado de conversas para montar a composição da chapa, inclusive com tratativas para a escolha do vice-presidente. A desistência, nesse sentido, interrompeu as articulações e abriu novamente a discussão sobre quem será o nome da chapa governista.
Harry Massis havia enfrentado resistência interna. Assim, deixou de ser tratado como uma opção consolidada. Com a saída de Adilson Alves, entretanto, o atual presidente voltou ao centro das atenções e voltou a ponderar novamente uma candidatura.
Por outro lado, a oposição trabalha com uma chapa formada por Marcelo Portugal Gouvêa como postulante à presidência e Eduardo Alfano para a vice. A composição coloca a situação diante da necessidade de definir seu representante para a disputa eleitoral.
O prazo para a formalização das chapas termina em 15 de outubro. A eleição presidencial do Tricolor Paulista está prevista para a primeira quinzena de dezembro, e novas articulações ainda podem ocorrer até o registro das candidaturas.


